A arrancada do álcool

 

O Proálcool foi um programa do Governo Federal para diminuir a dependência do Brasil do petróleo importado, que teve aumentos enormes de preço após as duas "crises do petróleo", em 1973 e 1979, resultantes das guerras no Oriente Médio.

 

O Governo Federal tinha agentes credenciados nos estados para receber, analisar e financiar projetos de destilarias de álcool, fossem novas ou anexas às usinas de açúcar existentes, com repasses de recursos federais.

 

O BDMG foi o primeiro e, durante muitos anos, o único agente credenciado para tal; tanto que das 44 destilarias instaladas em MG, o BDMG financiou 50%.

 

A relação do BDMG com o setor sucroalcooleiro vinha da década de 60, dos primeiros anos do Banco, quando, em uma de suas primeiras intervenções sistematizadas para melhorias nas economia de Minas, instituiu o Programa de Recuperação da Indústria Açucareira e apoiou a criação da Copaminas - cooperativa que reunia as empresas do setor - reduziu o número de empresas mas aumentou a produtividade e a produção total.

Recuperamos então um documentário sobre a Indústria Sucro-alcooleira de Minas Gerais, realizado em parceria com o BDMG, e um caderno especial publicado pelo Jornal O Debate, de maio de 1981, dedicada exclusivamente para a tematização do uso do álcool como combustível, esclarecendo à população sobre as vantagens e desvantagens de tal prática.

Já em 1985, os veículos movidos a álcool representavam 96% das vendas no país e, com forte apoio do BDMG no fortalecimento da indústria sucroalcooleira, Minas Gerais se tornou o terceiro maior produtor de álcool do Brasil, o que ressalta a importância dessa temática na década de 80.

 

20/05/2012 21:46
O Debate
Imagem
indústria sucroalcooleira, jornal, anos 80, combustível, álcool

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20/05/2012

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